quarta-feira, 4 de julho de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

YouTube lança serviço de vídeos educacionais para escolas

 

Ensine, envolva e inspire seus alunos com vídeos!

Inscreva-se no YouTube para escolas a fim de levar gratuitamente a influência dos vídeos às salas de aula. Acesse milhares de vídeos educacionais de alta qualidade no YouTube em um ambiente controlado
 
 O Google acaba de lançar uma nova versão do YouTube especialmente para uso educativo. A diferença dessa página para a que já conhecemos hoje é que os alunos não verão, nos vídeos relacionados, quaisquer conteúdos que não tenham a ver com a matéria em questão.
Para filtrar as sugestões, o YouTube criou várias playlists relacionadas à matéria estudada e também à idade daqueles alunos. Dessa forma, o Google pretende trazer de volta o acesso de escolas que bloquearam o site exatamente por conta dos conteúdos inadequados à sala de aula e que podiam ser acessados ali.
"A gente tem ouvido dos professores que eles querem usar o conteúdo educacional presente no YouTube em sala de aula, mas têm medo dos estudantes serem distraídos por uma música ou o vídeo do gatinho - coisas que não são apropriadas para aquele momento", afirma Brian Truong, gerente do projeto, em um post no blog do YouTube.
O novo serviço permite que escolas façam o bloqueio e só permitam o acesso a vídeos educacionais. Existe ainda um outro site, chamado YouTube for Teachers, que dá dicas para os professores de como utilizar esse conteúdo em sala de aula.
A base de vídeos é imensa: são mais de 400 mil títulos, produzidos por organizações conceituadas como Stanford, PBS, MIT e TED, além de outros parceiros ao redor do mundo.

Acesse: http://www.youtube.com/schools

Fonte: Café pontocom leite
 http://cafezinhocomleite.ning.com/forum/topic/show?id=4785082%3ATopic%3A67239&xgs=1&xg_source=msg_share_topic

 


terça-feira, 6 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Uso da Tecnologia em Sala de Aula e a Educação como uma Mercadoria

A Educação virou mercadoria, muitos colégios agora são empresas que vendem um produto que eles intitulam de "educação". Perderam a essência da Educação. Em maioria estas instituições nem educam mais, apenas treinam seus clientes/alunos para passarem em provas. Estão preocupados apenas com dados, com estatísticas para exibirem em suas campanhas publicitárias para conseguir novos alunos. Campanhas estas, como sabemos, muitas vezes bem acirradas entre os grandes colégios.

SALA DE AULA

Em um colégio é tablet, outro agora anuncia que utilizará lousa digital. E um terceiro, tempos atrás, implantou a mesa educacional eletrônica. Em tempos como estes, gostaria apenas de ver uma propaganda de um colégio que anunciasse que ensinaria a manusear livros de papel, a ler, a escrever, a pensar e que formaria cidadãos humanos e sóciais.

Na Era da Informação uma parcela significativa das pessoas não está sabendo mais ler e nem escrever, apesar de ter frequentando à escola. E quanto menos sabe digitar. É recorrente vermos em redações de vestibulares ou de empregos candidatos escrevendo coisas absurdas como "naum" no lugar de "não", entre tantos outros exemplos. E o mercado de trabalho e o acadêmico não perdoam e reprovam. E muito!

A questão é usar a tecnologia como meio para Educar e não apenas como meio para atrair clientes para instituições de educação. A tecnologia, apesar de ter pontos negativos, tem democratizado e muito nosso mundo. Tem permitido um maior acesso às informações, maior poder de participação da população nos campos sociais, políticos e econômicos. Contribui também, pelo formato EAD, para um maior acesso a formação educacional e profissional das populações, em especial daquelas de cidades distantes dos grandes centros urbanos.

Fonte:Blog Auto Censuraatr

Através do blog café pontocom Leite

http://cafezinhocomleite.ning.com/profiles/blog/show?id=4785082%3ABlogPost%3A62817&xgs=1&xg_source=msg_share_post

macieljunior@ymail.com


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Tecnologia na Escola

Internet na escola e inclusão

Marco Silva

O uso da Internet na escola é exigência da cibercultura, isto é, do novo ambiente comunicacional-cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Novo espaço de sociabilidade, de organização, de informação, de conhecimento e de educação.
A educação do cidadão não pode estar alheia ao novo contexto socioeconômico-tecnológico, cuja característica geral não está mais na centralidade da produção fabril ou da mídia de massa, mas na informação digitalizada como nova infra-estrutura básica, como novo modo de produção. O computador e a Internet definem essa nova ambiência informacional e dão o tom da nova lógica comunicacional, que toma o lugar da distribuição em massa, própria da fábrica e da mídia clássica, até então símbolos societários.
Cada vez se produz mais informação on-line socialmente partilhada. É cada vez maior o número de pessoas cujo trabalho é informar on-line, cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver.
A economia assenta-se na informação on-line. As entidades financeiras, as bolsas, as empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line e progridem, ou não, à medida que os vão absorvendo e desenvolvendo. A informação on-line penetra a sociedade como uma rede capilar e ao mesmo tempo como infra-estrutura básica. A educação on-line ganha adesão nesse contexto e tem aí a perspectiva da flexibilidade e da interatividade próprias da Internet.
Se a escola não inclui a Internet na educação das novas gerações, ela está na contramão da história, alheia ao espírito do tempo e, criminosamente, produzindo exclusão social ou exclusão da cibercultura. Quando o professor convida o aprendiz a um site, ele não apenas lança mão da nova mídia para potencializar a aprendizagem de um conteúdo curricular, mas contribui pedagogicamente para a inclusão desse aprendiz na cibercultura.
Cibercultura quer dizer modos de vida e de comportamentos assimilados e transmitidos na vivência histórica e cotidiana marcada pelas tecnologias informáticas, mediando a comunicação e a informação via Internet. Essa mediação ocorre a partir de uma ambiência comunicacional não mais definida pela centralidade da emissão, como nos media tradicionais (rádio, imprensa, televisão), baseados na lógica da distribuição que supõe concentração de meios, uniformização dos fluxos, instituição de legitimidades. Na cibercultura, a lógica comunicacional supõe rede hipertextual, multiplicidade, interatividade, imaterialidade, virtualidade, tempo real, multissensorialidade e multidirecionalidade (Lemos, 2002; Levy, 1999).
A contribuição da educação para a inclusão do aprendiz na cibercultura exige um aprendizado prévio por parte do professor.

Fonte: Revista TV Escola